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By Ferramentas Blog

Quem Somos Nós...O que fazemos Nós...

Pastora Márcia nascimento


Professora, psicopedagoga clínica e institucional,musicista, técnica em computação. Estrategista em missões transculturais.
Presidente da Fundação Red Horses- Para conhecer mais acesse www.redhorsesgroup.blogspot.com.

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Marcia Maria Nascimento de Souza

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 ministra do evangelho, com experiência e alvos relacionados a missões nacionais, culturais e transculturais, bem como transnacionais.

Ministrar a mulheres em situações de risco.Treinar mulheres na Costa Oeste Africana, para geração de renda e melhoria da educação formal e familiar.

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quinta-feira, 16 de junho de 2011

CRISTÃOS TORNAM-SE ESCRAVOS POR DÍVIDAS NO PAQUISTÃO. OREMOS....

23/08/2008 The News, Paquistão

Clipping: Servidão por dívida: um sofrimento que nunca terminou na província do Sindh

Por Jan Khaskheli, de Karachi
Celebra-se neste dia 23 no mundo inteiro o Dia internacional (ONU) de lembrança do tráfico de escravos e de sua abolição. No Paquistão, algumas entidades da Província do Sindh promovem ações expressando solidariedade àqueles que ali, até os dias de hoje, estão levando uma vida de miséria debaixo da servidão por dívida.
Membro da Organização para o Desenvolvimento Rural Verde (GRDO), uma entidade que luta pelos direitos dos Haris (trabalhadores rurais escravizados) e trabalha para sua libertação, Dr Haider Malokhani relatou à reportagem que, em algumas áreas, os Haris ainda continuam acorrentados durante o trabalho e são mantidos presos em celas nas fazendas dos seus donos feudais. São vários os casos em que mulheres e homens de uma mesma família são mantidos separados durante a noite. Segundo relatos, fazendeiros já têm vendido para fora umas meninas, filhas de Haris, cobrando um preço igual ao valor de suas dívidas.
A servidão por dívida é a forma contemporânea da escravidão na qual o dono da fazenda, da olaria ou de qualquer empreendimento proporciona aos seus trabalhadores (haris, oleiros ou outros) um empréstimo sob a forma de adiantamento de dinheiro; em seguida estes têm seus direitos confiscados. Eles têm que laborar desde a madrugada até o crepúsculo, ou tanto quanto o dono quiser. Há restrições à sua mobilidade. Não podem exigir o pagamento de salários conformes aos padrões em vigor na agricultura ou no setor de olaria. Os patrões justificam sua posição alegando que os trabalhadores estão em dívida com eles e estão sem condições de quitar essa divida. No entanto, contradizendo essa tese, militantes de direitos humanos afirmam que os próprios donos de terra estão sonegando aos seus agregados a parte que lhes cabe na produção das lavouras. Por isso o valor das dívidas contraídas vai multiplicando a cada dia que passa enquanto famílias inteiras trabalham sob o fardo da dívida. Mulheres e crianças são inclusive as mais afetadas por este sistema.
Em violação com as leis existentes, em Sanghar, Umarkot, Mirpurkhas e partes dos departamentos de Badin e de Thatta, um punhado de fazendeiros influentes adotaram regras estritas para privar as famílias pobres de sua quota nas colheitas e assim mantê-las à força na fazenda. Citando a Pesquisa sobre a Agricultura no Paquistão, Haider Malokhani disse que cerca de 1,8 milhão de Haris estão sob o regime de servidão por dívida nestes cinco departamentos e que, até hoje, em torno de 35 mil deles foram resgatados pela ação de autoridades públicas, partidos políticos ou outras entidades da sociedade civil.
Segundo informam os ativistas, 90% das comunidades vítimas pertencem a minorias étnicas ou religiosas tais como Bheel, Kolhi, Manghwars e Cristãos, ao lado de algumas famílias Muçulmanas marginalizadas. Especialmente em povos Indus pertencentes a baixas castas, famílias recorrem a empréstimos de dinheiro junto aos seus donos de terra só para ter como garantir a vivência de seus costumes.
A dívida é como que uma teia de ferro na qual o pobre fica preso. Na sequência dos pais, os filhos e as filhas passam a ser presos na teia e permanecem escravos para o resto da vida. Os fazendeiros fixaram limites à capacidade de endividamento de cada pessoa. Se a família inteira, nela incluindo a criança de 5 anos, passa deste limite, o pai pode vir a ter que solicitar novo empréstimo em nome de uma criança ainda não nascida.
Infelizmente não existe nenhuma lei para tirar essa gente de um tratamento tão brutal e desumano. Não podem gozar dos direitos que a Constituição do país lhes reconheceu. No entanto, segundo os ativistas, o Dr Iftekhar Mohammed Choudhry, ex- Procurador Geral da República (nb: ele foi cassado pelo então Presidente Pervez Musaharraf) tem chamado para si a iniciativa de autuar certos grandes proprietários, forçando-os a libertar imediatamente famílias escravizadas.
Ishaque Mangrio, contista, escreve que a cada vez que uma calamidade natural atinge alguma região, causando enormes perdas nas lavouras, o governo decreta indenizações para as populações afetadas, mas estas somente beneficiam os fazendeiros e nunca seus agregados, embora supostamente meeiros com igual direito na produção. Segundo ele, a Lei de Aforamento de Terra de 1972 estipulou que o proprietário deve contribuir com a semente e com 50% do total das despesas nas lavouras de arroz, trigo ou cana-de-açucar e na colheita do algodão. Mas os proprietários violam a lei e colocam a integralidade dos encargos sobre os pequenos agricultores. Por ironia, mesmo após a introdução de maquinário na agricultura, estes continuam assumindo a totalidade das despesas das culturas.
Ao comentar a situação atual, Heider Malokhani disse que o governo do Sindh, do PPP (Pakistan Peoples Party, partido da falecida Benazir Bhutto), anunciou, alguns dias atrás, a distribuição de terras públicas a camponeses sem terra, mas ainda não se sabe o quanto dessas terras será destinado à reabilitação de agricultores egressos da escravidão. Além disso, o governo alocou um fundo de 100 Milhões de rupias para os Comitês de Vigilância Distritais (DVC) e promulgou uma Lei de Abolição do Sistema de Servidão por Dívida, mas esses esforços não trouxeram por enquanto nenhuma mudança significativa na vida dos agricultores retirados da escravidão.
Para celebrar o dia internacional de lembrança do tráfico de escravo e de sua abolição, GRDO organiza, em Hyderabad, uma Convenção dos operários de olarias para domingo 24 de agosto, pois estes enfrentam problemas semelhantes. Espera-se a participação de cerca de 400 delegados vindo de todo o país.

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ADOTE ESTE POVO:

Os fulas eram pastores de gado e ovelhas que no século XV entraram no ocidente da África. Alguns ficaram e passaram a dedicar-se à agricultura adotando a organização social dos mandingas e dos chamados fulacundas ou fulaforros. Devido a uma guerra travada no século XIX outros fulas vindos do norte começaram a imigrar com escravos de origens distintas chamados fulas "negros". Isso resultou em uma sociedade de classes estratificadas sendo os fula forros os "livres" e os fulacundas os "escravos"

Estatísticas

O POVO

Nome do Povo: Fulacunda
País: Guiné-Bissau
Sua língua: Fulacunda
População: 180000
Maior Religião: Islamismo
Cristãos: .03%
Escrituras disponíveis em sua Língua: Porções Bíbl
Evangélicos (desse povo no país): 70 (.04%)
.

Carta da Missionária Eugênia : Guiné- Bissau!

De:
Eugenia Yatibuto Bedeslei

A paz do Senhor!
Boas Festas e feliz 2010.
Peço desculpas pelo silêncio prolongado da minha parte é porque não
foi nada fácil o último trimestre passado, senti mesmo a força das
vossas orações me sustentando. O médico aqui descubriu que o meu pai
estava com tumor mas aqui na Guiné não tem aparelhos para descobrir se
o tumor é maligno ou não e eu não tenho recursos para levar o meu pai
para fora do País, foi muito difícil para mim, mas como ele estava com
muitas dores, orei e depois Deus tocou no coração de um irmão e ele me
emprestou o dinheiro aí liberamos o médico para fazer cirurgia e
graças a Deus correu bem eu creio, simplesmente eu tenho que crer e
mais nada. Graças as vossas orações estamos aqui indo na graça de
Deus.
Estamos indo muito bem nos encontros das Filhas de Sara mas este ano
decidimos colocar esses encontros uma vez por mês porque as irmãs
todos os sábados tinham que estar fora das suas casas porque tem
outras actividades além das Filhas de Sara e aquelas que são casadas
com homens que não são crentes estavam tendo problemas com seus
maridos. Orem por nós aqui porque o diabo está atacando muito as irmãs
porque o trabalho está correndo muito bem mas não vamos temer o diabo
com seus demónios já estamos certas de que já vencemos simplesmente
temos que ser prudentes.
Orem muito pelas irmãs: Muscuta, Elimiana e Marlem. A Marlem o marido
bateu nela no sábado passado dia 9 do corrente e deixou ela fora de
casa durante a noite e eu sem poder fazer nada simplesmente estava
orando a noite e falando com ela durante a noite para a encorajar
porque ela estava muito triste e desanimada. Orem todos os dias por
nós principalmente por essas irmas e seus maridos, está muito
complicado e muita coisa pra mim.
Amo muito vocês e acredito muitas irmãs viram para o nosso acampamento
para ajuntar-se conosco e nos ajudar. Até breve se Deus quiser.
Sejam sempre perseverantes na ob ra do Senhor ... Coloss. 3:23. Neemias 4:20